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  • Waze pede que brasileiros informem onde tem combustível

    Aplicativo de guia de rotas começou a enviar notificações a usuários em meio à greve dos caminhoneiros. Waze pede que brasileiros informem disponibilidade de combustível em postos de gasolina. Reprodução/Waze O Waze, aplicativos que funciona como guia de rotas, começou a pedir que brasileiros informem em que postos de gasolina ainda há disponibilidade de combustíveis, em meio à greve dos caminhoneiros que gerou uma crise de abastecimento. O serviço, que pertence ao Google, passou a enviar a usuários que o instalaram em seus smartphones pedidos para que informem quais lugares ainda têm combustível para oferecer. O app já possui um área em que é possível informar preços aplicados em postos, para que a comunidade de usuários evite abusos. Agora, o Waze está pedindo para usuários informarem se os postos pelos quais passarem oferecem: Gasolina (normal e aditivada) Etanol Diesel Um dos reflexos da greve dos caminhoneiros é a falta de combustíveis. Os postos que ainda possuem oferta acumulam grandes filas. A situação é tão profunda que a prefeitura de Itapevi, na Grande SP, determinou que postos só vendam combustível para ambulâncias. Initial plugin text
  • Família descobre que Alexa, assistente pessoal da Amazon, grava conversas e as manda para outras pessoas

    Alexa enviou a um contato aleatório o registro de um bate-papo sobre pisos de madeira. Echo Show, novo dispositivo que funciona com a assistente pessoal Alexa, da Amazon. Divulgação/Amazon Uma família de Portland, no Estado norte-americano do Oregon, descobriu o que acontece quando a Alexa, popular assistente de voz da Amazon, está perdida nas traduções. A Amazon reconheceu o problema, que descreveu nesta quinta-feira (24) como uma "improvável... série de eventos", que fizeram a Alexa enviar gravações de áudio da família para seus contatos de forma aleatória. O episódio revelou como a Alexa pode interpretar mal as conversas e considerar como um pedido algo que não teve essa intenção. Segundo o site local KIRO 7, uma mulher que tinha dispositivos da Amazon em casa foi avisada por um funcionário de seu marido no começo de maio que a Alexa tinha gravado uma conversa de sua família sobre pisos de madeira e enviado para ele. "Eu me senti invadida", disse a mulher, identificada apenas como Danielle, segundo a reportagem. "Uma total invasão de privacidade. Imediatamente eu disse, 'eu nunca vou ligar esse dispositivo de novo porque não posso confiar nele'." A Alexa, presente nas caixas de som Echo e outros aparelhos da Amazon, começa a gravar depois de ouvir seu nome ou outra "palavra de ativação" selecionada por usuários. Isso significa que uma expressão parecida com Alexa, mesmo falada em um comercial de TV, pode ativar o dispositivo. A Amazon disse que foi isso que aconteceu no incidente. "Conversa subsequente foi ouvida como um pedido de 'enviar a mensagem'", informou a empresa, em nota. "Naquele ponto, Alexa disse em voz alta 'para quem?' e a conversa de fundo foi interpretada como um nome na lista de contatos do cliente." A Amazon acrescentou que a empresa está "avaliando as opções para tornar esse caso ainda menos provável." A segurança é crucial para a Alexa, diz a Amazon, que que tem a ambição de tornar o dispositivo onipresente -- seja controlando as luzes para os clientes ou fazendo pedidos junto à maior varejista online no mundo. Pesquisadores da universidades de Berkeley e Georgetown descobriram em um estudo de 2016 que sons ininteligíveis para humanos podem disparar assistentes de voz em geral, o que levantou preocupações sobre o uso para ataques. A Amazon não comentou imediatamente sobre o assunto, mas anteriormente disse ao "New York Times" que tomou medidas para manter seus dispositivos seguros.
  • Google, Facebook, WhatsApp e Instagram são acusados de violar nova lei europeia de proteção de dados

    Acusação foi protocolada poucas horas após entrar em vigor o novo regulamento, que dá mais poder a pessoas sobre seus dados pessoais. Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, fala em evento de tecnologia em Paris (França). Gerard Julien/France Presse Google, Facebook, WhatsApp e Instagram foram acusadas de descumprir a nova lei da União Europeia que protege informações pessoais poucas horas após a nova diretriz pasar a valer nesta sexta-feira (25). A entidade Não é da Sua Conta (NOYB, na sigla em inglês), ONG que defende a privacidade online, entrou com ações junto às autoridades reguladoras de proteção de dados de quatro países. A organização acusa as duas empresas de: forçar o consentimento de usuários com ameaças; usar mais dados do que precisam. A reclamação a respeito do Facebook foram feitas na Áustria, as contra o Google, na França, aquelas a respeito do WhatsApp, na Alemanha, e as pertinentes ao Instagram, na Bélgica-- Instagram e WhatsApp pertencem ao Facebook. A reclamação sobre o Google é referente apenas ao Android, sistema operacional da empresa para aparalhoes móveis. Se as entidades entenderem que as empresas infringem o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla em inglês), podem aplicar multas de até € 20 milhões ou 4% do total dos negócios das empresas – o que for maior. “Google ou Facebook poderiam ter de pagar mais de € 1 bilhão por violar a lei. Atualmente, nós não esperamos que as autoridades de proteção de dados usem seus plenos poderes de penalização, mas esperamos uma sanção razoável, dadas as óbvias violações.” Reclamação Umas das motivações para a NOYB entrar com as ações é o que a organização chama de consentimento forçado. “O GDPR deveria dar aos usuários a livre escolha para concordarem com o uso de seus dados ou não. O sentimento oposto é o que tem se espalhado nas telas de muitos usuários: toneladas de ‘caixas de consentimento’ pipocam online ou em aplicações, frequentemente combinadas com ameaças de que o serviço não poderá ser usado caso as pessoas não consentirem”, afirma a ONG. O NOYB afirma ainda que a nova lei proíbe a oferta de serviços em troca do consentimento para usar dados. Para a ONG, o GDPR “permite explicitamente qualquer processamento de dados que são estritamente necessários para o serviço”. Dessa forma, acrescenta, o consentimento só seria necessário para usar informações pessoas no direcionamento de anúncios online ou para esses dados serem vendidos. O NOYB explora um artigo do GDPR que permite ONGs de denunciarem práticas que considerem ilegais.