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  • Uso de aplicativo para obter 'root' no Android e fraude com boleto falso: pacotão de segurança

    Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras. Um dos vários avisos de segurança recebidos ao tentar baixar e instalar o Kingroot: 'este tipo de arquivo pode danificar o seu dispositivo'. Reprodução >>> Software de root no Android Eu gostaria de pedir uma atenção especial de vocês para o aplicativo que faz root no celular chamado KingRoot. Ele faz root e aparentemente tem uma conexão constante com servidores chineses. Pesquisando na internet, vi que muitas pessoas dizem que ele rouba dados. Usei meu celular rooteado com esse aplicativo por mais de 1 ano. Então imaginem como estou preocupado. Sempre tive cuidado com isso, mas também sempre instalei aplicativos de fora da Google Play Store. Agora estou tendo muito mais atenção. Troquei senhas, retirei o root, estou até usando firewall no celular. Wagner Wagner, o processo de realizar "root" (superusuário) no celular -- não importa a forma ou aplicativo -- já é por si só uma redução na segurança do telefone. Se você preza pela segurança, realizar root e baixar aplicativos fora da Play Store são atividades desaconselhadas. Afinal, a finalidade de realizar o root é desbloquear a realização de ações que são bloqueadas pelo sistema justamente para garantir a confiabilidade e a segurança do celular. Se você age no sentido de derrubar essas barreiras, você está quase sempre prejudicando sua própria segurança. Não é apenas uma questão de utilizar esse ou aquele aplicativo para realizar o root -- qualquer root traz riscos para o uso do seu celular. Dependendo do método utilizado e do aparelho, há até um risco de danificar o celular de tal maneira que ele não ligue mais. Dessa forma, Wagner, você se contradiz quando fala que "sempre teve cuidado" e que "sempre instalou aplicativos fora da Play Store". Você decidiu adotar um comportamento arriscado porque confiava na sua habilidade de medir o risco dos aplicativos. O problema agora, como você está vendo, é que medir a confiança de aplicativos é algo extremamente difícil. Será que o Kingroot é mesmo malicioso ou não? Para um aplicativo relativamente conhecido, poucos antivírus detectam o Kingroot como um código malicioso. Mas é aí que mora o problema: como é um aplicativo de uma fonte terceirizada, não é possível saber o que o aplicativo faz depois de instalado, se todas as pessoas que baixam recebem o mesmo arquivo, se não existem versões modificadas na internet e por aí vai. Em nenhuma hipótese é possível recomendar esse tipo de procedimento, do ponto de vista da segurança, independentemente da qualidade do aplicativo envolvido. Isto dito, existem mecanismos semioficiais para desbloquear o celular e obter root. Eles são destinados a programadores e sua dificuldade é compatível com o público que se espere que utilize esses métodos. Uma vez obtido o root, é possível usar o aplicativo SuperSu (que está na Play Store) para gerenciar o root. >>> Boleto na compra de drone Gostaria de saber mais sobre meu caso. Eu estava procurando um drone para comprar e fui no mercado livre vi o anuncio de um vendedor e fiz o contato com o vendedor para a entrega do produto e foi enviado a mim o boleto com nomeado com os dados do Mercado Livre. Fiz o pagamento e na minha conta Mercado Pago ficou como pendente e como se eu fosse o vendedor. Fiz a reclamação no Mercado Livre e eles passaram que não foram eles que me enviaram o boleto e não tem como fazer o reembolso, pois o vendedor já tinha sacado o valor do Mercado Pago, e é pra eu pedir o reembolso à instituição financeira. O que devo fazer? Danilo Rosa O seu caso parece idêntico a outros que já foram assunto neste pacotão de dúvidas (veja aqui, por exemplo): o vendedor entrou em contato com você de alguma forma, enviou documentos (boletos) falsos e você fez o pagamento. Como o dinheiro nunca caiu na conta do Mercado Pago, o Mercado Livre não tem condições de realizar o reembolso para você. Realmente, apenas a instituição financeira teria condições de realizar o reembolso. Na prática, isso é extremamente difícil e raramente é oferecido qualquer reembolso, porque é possível que os criminosos já tenham feito o saque do valor. Como o boleto é apenas um documento que autoriza uma transferência de dinheiro, do ponto de vista do banco você entregou esse dinheiro na mão dos criminosos -- e, portanto, o banco também não é culpado pelo ocorrido. Você pode e deve tentar buscar todo o auxílio possível (Procon, polícia e Poder Judiciário), inclusive porque pode ter ocorrido alguma falha do banco ao não identificar a fraude (embora também exista a possibilidade de os criminosos terem usado a conta de uma empresa que não sabia o que estava acontecendo). Mas, independentemente do resultado obtido, você precisa tomar mais cuidado e utilizar os sistemas de pagamento online (PagSeguro, Mercado Pago, PayPal, etc) de forma correta. Você não deve aceitar documentos recebidos por e-mail. Além disso, pagar por cartão é normalmente mais seguro do que boleto, porque você pode pedir o cancelamento do valor pago. Mas, como você abriu um documento enviado pelos criminosos, você também poderia ter aberto um site de pagamento falso para o cartão e entregue todos os seus dados para os bandidos -- você provavelmente teria que cancelar o cartão todo. É por isso que você só deve realizar o pagamento pelo site original do sistema de pagamento. >>> IMEI e número de telefone Quando alguém possui o IMEI de seu celular, essa pessoa pode descobrir seu número de celular? E se essa pessoa possuindo o IMEI, pode ver todos os acessos de apps e Internet que faz no celular? Annie Uma pessoa não pode fazer isso, mas a operadora de telefonia pode, com certas restrições. Ou seja, se você for alvo de uma investigação da polícia ou de um processo na Justiça, a operadora pode ser obrigada a informar os números de telefone que estão ou já foram associados a um IMEI. Da mesma forma, a polícia também pode solicitar grampos no seu acesso à internet, o que permitirá visualizar parte do acesso que você acessa nos aplicativos. Os aplicativos que você instalou em seu celular também podem ser obtidos junto ao Google ou à Apple. A lista pode não ser totalmente confiável, mas também pode ser útil, dependendo do caso. De qualquer modo, estas são informações que podem ser solicitadas às empresas no âmbito da Justiça. Uma pessoa normal, em sua própria capacidade, não teria condições de descobrir todas essas informações. O IMEI, como já explicado nesta coluna, é um número de identificação do aparelho junto à operadora. Existe muito misticismo ao redor desse número, mas ele só revela qualquer informação quando associado àquilo que a operadora sabe de seu cliente ou número de telefone. O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima!
  • Intel anuncia saída de CEO por se relacionar com funcionária, prática proibida pela empresa

    Esposa do executivo trabalhou na empresa logo após se graduar em engenharia química em 1996. Brian Krzanich, CEO da Intel, fala durante a CES 2018, em Las Vegas, nos EUA. Rick Wilking/Reuters A Intel, maior fabricante de chips para computadores do mundo, anunciou nesta sexta-feira (21) que Brian Krzanich não é mais o presidente-executivo da empresa por ter mantido um relacionamento amoroso com uma funcionária, prática proibida pela política da companhia. “A Intel foi recentemente informada de que Krzanich tem um relacionamento consensual antigo com uma funcionária da Intel. Um conselho de investigação interna e externa confirmou a violação da política da Intel de não-confraternização, o que se aplica a todos os gerentes”, explica a Intel. “Dada a expectativa de que todos os empregados irá respeitar os valores da Intel e aderir ao código de conduta da companhia, o conselho aceitou a renúncia de Krzanick.” Carreira e vida pessoal Krzanick estava na Intel desde 1982, quando ingressou para trabalhar como engenheiro na fábrica de processadores da empresa no Novo México. A partir daí, ele subiu na hierarquia da companhia até começar a supervisionar a cadeia de suprimentos da fabricante de chips em 2007. Cinco anos depois, se tornou diretor de operações da empresa, o que o gabaritou para assumir a presidência-executiva pouco mais de um ano depois, em maio de 2013. Ele é casado com Brandee Krzanich, com quem tem dois filhos. Atualmente, Brandee trabalha em uma firma imobiliária, mas, entre 1996 e 1998, ela passou pela Intel assim que se formou como engenheira química na Universidade do Texas. Próximo CEO O posto de CEO será ocupado de forma interina pelo diretor financeiro, Robert Swan, que está na empresa desde outubro de 2016. “O conselho acredita firmemente na estratégia da Intel e nós estamos confiante na habilidade de Bob Swan de liderar a companhia conforme conduzimos uma robusta busca pelo nosso próximo CEO”, afirmou, em nota, o presidente do conselho da Intel, Andy Bryant. 06/01: Brian Krzanich apresenta novidades da Intel Corp. na CES 2014, em Las Vegas, nos EUA Ethan Miller/Getty Images/AFP
  • Parlamentares dos EUA querem que Google reconsidere negócios com a chinesa Huawei

    'Estamos decepcionados porque o Google está mais disposto a apoiar o Partido Comunista Chinês que os militares dos EUA', disseram deputados e senadores ao CEO do Google, em carta. Sundar Pichai, CEO do Google. Stephen Lam/Reuters Um grupo de parlamentares dos Estados Unidos pediu ao Google, da Alphabet, nesta quarta-feira, para reconsiderar seu trabalho com a empresa de telecomunicações chinesa Huawei, descrita por eles como uma ameaça à segurança nacional. A preocupação foi manifestada em carta enviada ao presidente-executivo do Google, Sundar Pichai. Assinada pelos senadores republicanos Tom Cotton e Marco Rubio, pelos deputados republicanos Michael Conaway e Liz Cheney e pelo deputado democrata Dutch Ruppersberger. No documento, os legisladores compararam a aliança com a empresa chinesa e a recente recusa do Google não renovar o "Projeto Maven", uma parceria de pesquisa de inteligência artificial com o Departamento de Defesa dos EUA. "Apesar de lamentarmos que o Google não queira continuar uma longa e frutífera tradição de colaboração entre as empresas militares e de tecnologia, estamos ainda mais decepcionados porque o Google está mais disposto a apoiar o Partido Comunista Chinês que os militares dos EUA". A Alphabet não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. A carta foi a mais recente de uma série de esforços de membros do Congresso dos EUA para atingir Huawei e a ZTE, outra grande empresa chinesa de equipamentos de telecomunicações. Os parlamentares apresentaram projetos de lei que impedem as agências governamentais de usar os produtos das empresas e tentam derrubar o acordo do presidente Donald Trump de encerrar a proibição contra a ZTE. No início deste mês, outro senador, o democrata Mark Warner, escreveu à Alphabet e outras empresas de tecnologia perguntando sobre quaisquer acordos de compartilhamento de dados com fornecedores chineses.